Notícias Supremo Tribunal Federal
Quinta-feira, 12 de abril de 2012
Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou procedente o pedido contido na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 54, ajuizada na Corte pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), para declarar a inconstitucionalidade de interpretação segundo a qual a interrupção da gravidez de feto anencéfalo é conduta tipificada nos artigos 124, 126 e 128, incisos I e II, todos do Código Penal. Ficaram vencidos os ministros Ricardo Lewandowski e Cezar Peluso, que julgaram a ADPF improcedente.
Saiba mais sobre essa questão, e a matéria completa acessando:
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=204878#
Acesse também :
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/maioria-do-stf-vota-por-interrupcao-de-gravidez/
Este blog apresenta as atividades do projeto de pesquisa: "Fundamentos de Biociências e Bioética Translacional", financiado pelo Edital FUNPESQUISA UFSC 2010, vinculado ao Grupo de Pesquisa BIOPYS - CNPq do Campus Ararangua da UFSC. Pesquisadores: Prof. Dr. Giovani M. Lunardi (giovaniunir@gmail.com) Bolsista/Acadêmica: Maiara Gonçalves dos Santos, graduanda do curso de Fisioterapia. Contato:bioeticaara@gmail.com
sexta-feira, 13 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
8º Congresso Internacional de Bioética Clínica
Objetivos da Conferência:
O objetivo principal das conferências é o de promover o desenvolvimento do campo da ética clínica e assessoria ética. Um segundo objetivo é promover internacionalmente a ética clínica e possibilitar debates sob enfoque interdisciplinar, nos quais especialistas possam abordar temas comuns e questões provenientes de suas experiências profissionais. É importante que tais conferências não se centrem nas agendas individuais de instituições particulares ou sociedades profissionais. Para tanto, acreditamos que teremos significativos avanços mediante o debate interdisciplinar e acadêmico no qual a ética clínica e a assessoria ética serão discutidas de forma peculiar e abrangente.
Acesse: http://www.ethics2012.org.br/ e saiba mais sobre como participar e mais informações referentes ao 8º Congresso de Bioética Clínica, um tema que é tão discutido no dias atuais.
terça-feira, 13 de março de 2012
Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos - Campus Araranguá
O Campus Araranguá já possui um representante no Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da UFSC:
Membros:
Equipe da Secretaria:
Veridiana Bertelli Ferreira de Oliveira – Técnica Administrativa
Membros do CEPSH (mandato 2011-2014):
Ana Izabel Jatobá de Souza Departamento de Enfermagem – CCS
Ana Rosete Camargo Rodrigues Departamento de Enfermagem – CCS
Andréa Ferreira Delgado Departamento de Metodologia de Ensino – CED
Eliane Matos Representante do Hospital Universitário – HU
Emilio Pizzichini Representante do Hospital Universitário – HU
Evanilda Teixeira Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos – CCA
Giovani Mendonça Lunardi Campus de Araranguá – ARA
José Luiz Fernandes Cruz Representante dos Usuários – CMS-Florianópolis
Letícia Albuquerque Departamento de Direito – CCJ
Luiz Eduardo Toledo Representante dos Usuários – AAHU
Magda Santos Koerich (Subcoordenadora) Departamento de Patologia – CCS
Maria Bettina Camargo Bub Departamento de Enfermagem – CCS
Marina Keiko Nakayama Departamento de Engenharia e Gestão do Conhecimento – CTC
Mériti de Souza Departamento de Psicologia – CFH
Nelson Canzian da Silva Departamento de Física – CFM
Paulo Fernando Dias Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética – CCB
Prof. Viktor Shigunov Departamento de Educação Física – CDS
Prof. Washington Portela de Souza (Coordenador) Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão – PRPE
Prof.Ylmar Corrêa Neto Departamento de Clínica Médica – CCS
Membros:
Equipe da Secretaria:
Veridiana Bertelli Ferreira de Oliveira – Técnica Administrativa
Membros do CEPSH (mandato 2011-2014):
Ana Izabel Jatobá de Souza Departamento de Enfermagem – CCS
Ana Rosete Camargo Rodrigues Departamento de Enfermagem – CCS
Andréa Ferreira Delgado Departamento de Metodologia de Ensino – CED
Eliane Matos Representante do Hospital Universitário – HU
Emilio Pizzichini Representante do Hospital Universitário – HU
Evanilda Teixeira Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos – CCA
Giovani Mendonça Lunardi Campus de Araranguá – ARA
José Luiz Fernandes Cruz Representante dos Usuários – CMS-Florianópolis
Letícia Albuquerque Departamento de Direito – CCJ
Luiz Eduardo Toledo Representante dos Usuários – AAHU
Magda Santos Koerich (Subcoordenadora) Departamento de Patologia – CCS
Maria Bettina Camargo Bub Departamento de Enfermagem – CCS
Marina Keiko Nakayama Departamento de Engenharia e Gestão do Conhecimento – CTC
Mériti de Souza Departamento de Psicologia – CFH
Nelson Canzian da Silva Departamento de Física – CFM
Paulo Fernando Dias Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética – CCB
Prof. Viktor Shigunov Departamento de Educação Física – CDS
Prof. Washington Portela de Souza (Coordenador) Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão – PRPE
Prof.Ylmar Corrêa Neto Departamento de Clínica Médica – CCS
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Cine Clube Bioética
G a t t a c a

Terça - 16.08.2011 - 16:30- Auditório 201
Quarta - 17.08.2011 - 13:30 - Auditório 201
A recente divulgação do final dos trabalhos de sequenciamento do genoma humano trouxe um importante questionamento com relação às consequências deste novo conhecimento. Ao mesmo tempo que gera a esperança de cura de muitas doenças de origem genética, gera também muitas especulações - algumas gratuitas, outras não - sobre a possibilidade de um uso indesejável do conhecimento genético. Dentro desta última perspectiva, o filme Gattaca, de Andrew Niccol é uma interessante reflexão sobre os caminhos a que a engenharia genética pode levar e os impactos que esta tecnologia - e a ciência de um modo geral -- pode ter na sociedade.
Quarta - 17.08.2011 - 13:30 - Auditório 201
A recente divulgação do final dos trabalhos de sequenciamento do genoma humano trouxe um importante questionamento com relação às consequências deste novo conhecimento. Ao mesmo tempo que gera a esperança de cura de muitas doenças de origem genética, gera também muitas especulações - algumas gratuitas, outras não - sobre a possibilidade de um uso indesejável do conhecimento genético. Dentro desta última perspectiva, o filme Gattaca, de Andrew Niccol é uma interessante reflexão sobre os caminhos a que a engenharia genética pode levar e os impactos que esta tecnologia - e a ciência de um modo geral -- pode ter na sociedade.
Passado em um tempo futuro, Gattaca mostra uma sociedade em que as corporações tornaram-se mais poderosas que o Estado e em que a manipulação genética criou uma nova espécie de preconceito e hierarquia racial, legitimada pela ciência. Aos pais que desejam ter filhos é dada a oportunidade de manipular a interação entre seus DNAs de modo que gerem filhos com a melhor combinação de qualidades genéticas possível. Este procedimento acaba criando duas categorias diferentes de pessoas: os Válidos, frutos desta combinação genética planejada, que são quase super-homens, com raras doenças genéticas; e os Inválidos, frutos de nossa interação sexual usual. Aos Válidos são oferecidos os melhores empregos e as melhores oportunidades enquanto que os Inválidos chegam a ser impedidos de frequentar determinados lugares.
A história do filme é a de dois irmãos, um concebido da maneira natural e o outro manipulado geneticamente. O Inválido, interpretado por Ethan Hawke, tem várias doenças genéticas e, ao ter seu DNA examinado quando nasce, já tem uma data prevista para sua morte. Contudo, o garoto sonha em viajar ao espaço - emprego impensável para alguém com seus problemas - e vai buscar todas as maneiras possíveis para superar suas limitações ao mesmo tempo em que tem que esconder de todos que é um Inválido.
Com roteiro e direção de Andrew Niccol, que também foi roteirista de O Show de Truman, Gattaca é um ensaio sobre o que pode ser uma sociedade em que o destino das pessoas esteja pré-determinado cientificamente, em que não haja o mínimo espaço para a ação do indivíduo na construção de seu próprio futuro. Também é uma reflexão sobre como a ciência pode ser usada para legitimar e, no caso, criar uma hierarquia social, principalmente se feita sem crítica e controle da sociedade.
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